As lagrimas falaram o oposto.
Justo aquelas que agora lhe escorriam pelo rosto.
O que quer acreditar não é mais o que quer ser.
Agora um abracadabra não pode tudo resolver.
São puras lagrimas, lagrimas de um anjo covarde;
Que de si mesmo esconde a verdade;
De quem a mascara não quer derreter;
Só para ver a si mesmo sobreviver;
Enrrolado a sua propria teia de mentiras, que pode acabar um dia;
Ou assim tudo permanecer.
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