E fiquei a ve-lo até se desvanecer... como um sopro gelado ao apagar o fogo e morrer.
Lá fora a chuva caia, e aqui dentro meus olhos se desmancham a lembrar-te.
Borrões seram feitos...
Lembranças seram esquecidas...
E o lugar que era preenchido,se tornou um espaço em branco...
Que sangra a cada lembrança jogada fora.
O que será que teus olhos pensam quando tua mente me vê?
Infelizmente ainda não compreende o que te rodeia.
Não sonhe, seja.
Você está em tudo, está em todos,
Vou aonde estiver.
Cumprimente-me sou o medo, a paixão, o amor, você, é obsessão.
Siga o sonho da vida sem pesadelo,
Nos olhos que te observam, igualdade invade.
No sangue,
Na alma
No prazer,
Tú és um, tu és todos.
Nos dedos das palavras a voarem, ao cair.
Aceite-me, aceite-se.
E nos passos da chuva,ao imaginar do inexistente,esta la sem estar.
Pode ter agua nos olhos, porem tem um sorriso contente.
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